EDIÇÃO IMPRESSA ATUAL - Nº 90-OUTUBRO DE 2007
montagem de Clouse Marinho



II Feira do Livro de Sergipe
[24/11/2007- Matéria da Edição :90-outubro de 2007 ]
Nas 11 feiras de livros que realizou dentro do próprio espaço, Nossa Escola já apontava para a necessidade de levar além uma prática do cotidiano de suas salas de aula: o encontro entre o leitor e a obra literária. Com a Feira do Livro de Sergipe, a sociedade ganhou um bem genuíno, fruto da valorização real da leitura, referência de uma escola que se constrói em práticas criativas e afirmativas.
Se as ações da Nossa Escola passam a ser referência para quem também decidiu percorrer os caminhos da educação, isso é motivo de orgulho; estamos mesmo, como imaginávamos, fazendo escola! Um adendo à nossa missão. É claro que quem corre atrás do prejuízo, corre também o risco de pairar na superficialidade... Longe da superficialidade, Nossa Escola realizou o evento, palco de situações impagáveis. Crianças, adolescentes e adultos com jeito de férias. Gabriel e sua mãe fazendo planos para que o garoto não perdesse um dia. Cecília descobrindo um escritor e dele não querendo mais desgrudar. Camila, Mariana e seus pais aplaudindo a abertura do evento. Uma estudante da Faculdade São Luís de França descobrindo o nobre talento de José Cândido. O grande Giacóia encantando e encantado diante da Laranjeiras de Aldo e do trabalho de Hortência Barreto. A experiência do Imbuaça e a vontade de ser dos pequenos atores do professor Luciano. O Secretário da Cultura dizendo sim à nossa idéia da Bienal. Pequenos “canarinhos”, mais que cantantes, fazendo-nos cantar. Outros tantos garotos e garotas que eu não conhecia, mas que são, agora, amigos da Nossa Escola. Amigos como os profissionais que constituíram a programação do evento, por sonharem conosco o mesmo sonho: o de construir algo que seja um bem de todos, garantia de que as próximas gerações terão matéria sobre a qual se debruçar para continuar realizando sonhos.