EDIÇÃO IMPRESSA ATUAL - Nº 90-OUTUBRO DE 2007



Flagrantes
[05/04/2007- Matéria da Edição :85 - Março de 2007 ]
Esperando o beija-flor
Era uma vez um beija-flor. O filho do beija-flor saiu sozinho da casa dele, e o beija-flor saiu também. A casa dele é nas plantas, onde tem flores.
Ele foi na cozinha da escola e ele não conseguia sair. Primeiro ele ficou com Fernando, depois ele ficou comigo, na minha mão. Aí eu soltei, aí ele voou. Agora eu sou amigo do beija-flor. E eu não tive nem um pouco de medo. Não pode ter medo, porque ele não come a mão. Ele não come de verdade; só de mentirinha.
Não tem um beija-flor só; tem outros. E eu fico achando que ele vai vir ou não. É bom ficar esperando beija-flor na escola.
por Wagner Quintela (Jardim I)
Bons companheiros
Veja, na foto, o entusiamo de Diego (Maternal) numa divertidíssima aprontação. Ele calça os próprios pés com os tênis do colega Felipe. Depois Diego pula e chama o amigo - “Ipe! Ipe!” - para vê-lo calçado.
Felipe se chateia? Chora? Bate? Esperneia enraivecido? Não. Nada disso. Felipe solta uma risadinha muito simpática e deixa o amigo se divertir com o “brinquedo”. Detalhe: os pés estão trocados.
Esses meninos surpreendem...